domingo, 1 de setembro de 2013

Notas de Aula - 12.08.2013

ArKnowD - Agent-oriented Recipe for Knowledge

- Construtivismo x Gestão de Conhecimento: 6 princípios
- Tropos + AORML
- MDD

Para se conhecer um ambiente organizacional, é importante identificar os componentes envolvidos. Tropos pode ser usado com um foco mais voltado à análise de requisitos e arquitetura.
AORML pode ser usado em combinação para permitir o projeto detalhado.
ArKnowD propõe essa combinação, utilizando ainda técnicas de MDD (Model Driven Development).
Três viewpoints:
- CIM (Computation Independent Model);
- PIM (Plataform Independent Model);
- PSM (Plataform Specific Model).

UFO foi utilizada para embasar o mapeamento entre Tropos e AORML.

Notas de Aula - 29.07.2013

Continuação de Ontological Foundations for the i* Framework

Foi discutida a relação de Dependência (dependency link). A partir da percepção de que ocorrem relações com a mesma função (construct overload), foi dividida em:
- Dependency: definida por uma relação formal entre atores (papeis depender e dependee), e
- Delegation: definida por uma relação material (precisa do relator)

Um modelo foi utilizado para identificar os tipos de relação entre agentes, dependências (objetivo, tarefa e recurso), objetivos e recursos.

Open Dependence: Ator A --> hard goal --> Ator B   (define o objetivo)
Close Dependence: Ator A --> tarefa --> Ator B         (prescreve como atingir o objetivo)

Sintaticamente, dependency é presentada por uma seta aberta e delegation por uma seta fechada.

Com a utilização de fundamentação ontológica em i* é possível esclarecer os significados das construções da linguagem. É importante um experimento para comprovação.

Por fim, alguns modelos foram analisados, identificando-se algumas inconsistências e anti-padrões.

Notas Palestra Roel Weringa 08.07.2013

Prof. Roel Weringa, Universidade de Twente, Holanda
Palestra sobre Technical Action Research (TAR) em Engenharia de Software.

TAR é um método de pesquisa no qual um pesquisador utiliza uma nova técnica na prática, para ajudar um cliente a resolver um problema real. Para o cliente é uma consultoria, para o pesquisador, é uma validação em ambiente real.
É uma forma de “testar” a pesquisa em empresas do mundo real, e obter feedback para evolução, enquanto apoia a solução de problemas nas empresas. Por exemplo, um pesquisador desenvolve uma técnica de avaliação de riscos, aplica a técnica a um problema em uma organização, produz orientações para a organização resolver o problema, e obtém lições aprendidas sobre o uso da técnica.

O pesquisador exerce três papeis:
- Designer: projetando a técnica
- Pesquisador: identificando lições aprendidas sobre a técnica
- Ajudante: usando a técnica para apoiar as empresas
Uma questão importante em TAR é manter os papéis separados.

TAR não lida apenas com a identificação e resolução de um problema (Classical Action Research), mas também com o aprendizado e desenvolvimento da técnica utilizada para resolver o problema.

Discutiu as vantagens de TAR para pesquisador e cliente e apresentou alguns exemplos.

Ciclo de Engenharia de TAR
- Investigação do Problema
- Projeto da Solução
- Validação do Projeto
- Implementação da Solução
- Avaliação da Implementação

Ciclo de Pesquisa (x Ciclo de Pesquisa Empírica) x Ciclo do Cliente

Tipos de Generalização em TAR, envolvendo inferência estatística e baseada em casos.


Limitações de TAR: atenção para as condições do caso, competências das pessoas no contexto, possiblidades de generalização.